sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

FILOSOFIA PRÁTICA



Terminei a leitura da obra acima e considero uma leitura interessante para estudantes de filosofia e psicologia ou, como eu, curiosos por tais assuntos. Também deve ser de grande utilidade para quem já está há muito tempo deitado em divãs de psicanalistas. Pode ser que Lou Maninoff aponte caminhos para você em seu Mais Platão, menos Prozac.
Não deixe de ler a relação de filósofos do Apêndice A e "Consultando o I Ching" do Apêndice E,

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Evangelina Barbosa de Moraes

Com grande alegria terminei a leitura de A bóia perdida de Evangelina Barbosa de Moraes. Não consegui ler apenas um, como já disse que vinha fazendo todo dia, mas embalei na emoção e li os dois últimos contos: "Celeste", que vai me levar a pesquisar uma tal de A Casa dos Sorrisos; e "Entre o céu e a terra", título que gera intertextualidade com o dramaturgo inglês.
Esse último conto divertiu-me bastante e fez com que eu relesse famoso conto de Machado de Assis. Obrigado, Evangelina, por tão saborosa leitura. Obrigado também aos editores da Bom Texto, por ter ousado publicar em épocas tão difíceis, já que boa parte de nossos leitores se sentem atraídos por inutilidades importadas.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Fazia muito tempo que eu não conseguia acessar meu blog, mas hoje, por encanto, encontrei um meio de acessar e escrever. Não tenho saído para ver peças ou shows, mas tenho lido bastante. Estou quase terminando a leitura de A Bóia Perdida de Evangelina Barbosa de Moraes. Que encanto de escritora, pura delicadeza! Quando eu pensava que nada mais conseguiria ver de novo, tenho a surpresa de encontrar alguém com tamanha competência e sensibilidade. Para não ficar embriagado demais, leio apenas um conto por dia, mesmo assim, certos dias, preciso voltar e reler alguns deles. Já tenho um livro de contos preparado para publicação, mas depois de ler Evangelina, vou pensar mais se ouso divulgar minhas histórias sem muita arte. O pior é que meu pretensioso Velho Libertino foi publicado há pouco no formato E-book, infelizmente não dá para voltar atrás.

 Outra leitura que tem me tomado a atenção é Cem dias entre céu e mar de Amyr Klink, nada de arte, de literatura, mas um relatório ou confissão muito bem realizada, que emociona e serve de exemplo para que analisemos o que temos feito de nossa vida e de nosso mundo. Revejo minha vida e acho minha pequena aventura interessante e bem realizada, não atravessei oceano, não enfrentei grandes ondas, mas lutei durante muito tempo com proveito para difundir nossa cultura, ensinar a viver melhor e tenho por aí, espalhados pelo Brasil, diversos alunos que testemunham e comprovam o que digo. Agora são amigos que me alegram a existência.Entre os livros que ando lendo, esses dois eu recomendo. O terceiro não precisa recomendação nenhuma, a Bíblia, que já li toda há muitos anos. Retomei, por acaso, entrei por Samuel, vi necessidade de retroceder, li o livro de Rute, estou em Números e vejo que preciso reler tudo com outros olhos, outra postura. É também um livro interessantíssimo. Além da leitura, o que estou fazendo? O que peixe faz, nada!

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

CLARA NUNES, ainda clareando!

Domingo, por sorte, pude ver a última apresentação de DEIXA CLAREAR, homenagem de Clara Santhana (linda, graciosa, leveza e beleza no palco) à saudosa Clara Nunes. Foi no Café Pequeno, Rio, lotadinho e todo mundo de boca aberta, maravilhado. Ainda bem que vai voltar no ano que vem, no Teatro das Artes, shopping da Gávea, para quem perdeu dessa vez. Vale a pena! O texto de Márcia Zanellato é poético e lindo como as Claras, e os músicos são ótimos.A direção foi de Isaac Bernat e a direção musical foi o pequeno notável Alfredo Del Penho. Grande Alfredo! Ia me esquecendo de dizer que as apresentações em 2014 ocorrerão nas terças e quartas de Janeiro e Fevereiro, sempre às 19 horas. Eu vou rever, quem vem comigo?
autora- Marcia Zanelatto Diretor - Isaac Bernat Diretor musical- Alfredo Del Penho Reestreamos dia 7 de Janeiro, ficaremos sempre ter e qua de Janeiro e Fevereiro, no Teatro das Artes, shopping da Gávea, as 19h

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Estive um pouco fora do ar, mas vamos voltar à lida. Recebi um casal da Alemanha: Crista e o marido Dieter, gente finíssima. Deu-nos muita alegria, passeamos, comemos muito. Foi um tal de todo mundo cozinhar, mostrar comidas típicas, da Alemanha e do Brasil, um troca troca alucinado. Agora que se foram, vamos fazer um regimezinho elementar. Nova visita, o jovem Felipe com seu projeto de andar 17.000 quilômetros de bike, Projeto Transite, pedalar por todo o Brasil. Deus o proteja. Foi meu aluno no famoso Cursinho Aprove. Escolheu a carreira de aventureiro. É, quem tem limites é município.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

PALAVRAS DE AMOR, ELEGIA, e SEM RUMO, meus últimos poemas.

                PALAVRAS DE AMOR

Quantas palavras de amor
Embelezam a sua canção?
Quantas palavras de amor
Moram em seu coração?

Quantas palavras de amor
Tristes definham à míngua!
Quantas palavras de amor
Morrem na ponta da língua!

                ELEGIA

− Onde vais minha mãe?
− Vou ali e volto logo.
Vou aplicar uma injeção
numa senhora doente.
Sai minha mãe para o escuro
e eu menino em casa sozinho.
Outra noite, outra lua,
mas é a mesma história;
Lá vai minha mãe para a rua.
− Onde vais minha mãe?
− Vou ali, mas volto já.
Só vou pôr essas flores num anjo.
Eu via sua sombra passando pela porta.
Lá ia minha mãe enfeitar uma criança morta.
E eu de cara na parede chorava em casa sozinho.

Outro semana, outro mês
E a essa história continua.
Ajudando os necessitados,
mamãe enfrentava a noite nua.
Os filhos de várias idades
já se fazem companhia.
Os anos assim se passaram
sem que nada se alterasse,
nem mesmo com a velhice
que próxima se fazia.

Mas como sempre acontece na ficção e na vida,
um dia a coisa muda, a minha mãe mudou.
Não saiu mais de casa, caiu de cama,
meses depois piorou.

− Mamãe, não nos abandone tanto,
Não nos deixe sozinhos assim!
− Sinto muito, filhos, é a vida,
que um dia chega ao fim.
Agora vou muito longe e não volto nunca mais.
Fiz tudo que devia, vou ficar em paz.
Por isso não chorem, mas cantem baixinho
Uma linda canção para mim.
Por isso, dali a dois dias, quando de casa partia,
mesmo chorando, para ela cantamos “Maria, Maria”!




SEM RUMO

Parti de perto do porto,
deixei tudo decidido,
abandono a dona de minha dor
e vou em busca de outra flor,
mas minha nau naufraga
na curva do vento,
pondo fim à lida
e ao meu sofrimento.


quarta-feira, 25 de setembro de 2013

OFICINA DE TEATRO EM ARRAIAL DO CABO

Laura, Marco André e Pedro Kosovski

Em nome de todos que participaram das oficinas de teatro em Arraial do Cabo, quero agradecer a vocês pelo trabalho que aqui fizeram e dar meus parabéns pela simpatia, empatia, sensibilidade e eficiência  com que o realizaram.