Com grande alegria terminei a leitura de A bóia perdida de Evangelina Barbosa de Moraes. Não consegui ler apenas um, como já disse que vinha fazendo todo dia, mas embalei na emoção e li os dois últimos contos: "Celeste", que vai me levar a pesquisar uma tal de A Casa dos Sorrisos; e "Entre o céu e a terra", título que gera intertextualidade com o dramaturgo inglês.
Esse último conto divertiu-me bastante e fez com que eu relesse famoso conto de Machado de Assis.
Obrigado, Evangelina, por tão saborosa leitura. Obrigado também aos editores da Bom Texto, por ter ousado publicar em épocas tão difíceis, já que boa parte de nossos leitores se sentem atraídos por inutilidades importadas.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Fazia muito tempo que eu não conseguia acessar meu blog, mas hoje, por encanto, encontrei um meio de acessar e escrever. Não tenho saído para ver peças ou shows, mas tenho lido bastante. Estou quase terminando a leitura de A Bóia Perdida de Evangelina Barbosa de Moraes. Que encanto de escritora, pura delicadeza! Quando eu pensava que nada mais conseguiria ver de novo, tenho a surpresa de encontrar alguém com tamanha competência e sensibilidade. Para não ficar embriagado demais, leio apenas um conto por dia, mesmo assim, certos dias, preciso voltar e reler alguns deles. Já tenho um livro de contos preparado para publicação, mas depois de ler Evangelina, vou pensar mais se ouso divulgar minhas histórias sem muita arte. O pior é que meu pretensioso Velho Libertino foi publicado há pouco no formato E-book, infelizmente não dá para voltar atrás.
Outra leitura que tem me tomado a atenção é Cem dias entre céu e mar de Amyr Klink, nada de arte, de literatura, mas um relatório ou confissão muito bem realizada, que emociona e serve de exemplo para que analisemos o que temos feito de nossa vida e de nosso mundo. Revejo minha vida e acho minha pequena aventura interessante e bem realizada, não atravessei oceano, não enfrentei grandes ondas, mas lutei durante muito tempo com proveito para difundir nossa cultura, ensinar a viver melhor e tenho por aí, espalhados pelo Brasil, diversos alunos que testemunham e comprovam o que digo. Agora são amigos que me alegram a existência.Entre os livros que ando lendo, esses dois eu recomendo. O terceiro não precisa recomendação nenhuma, a Bíblia, que já li toda há muitos anos. Retomei, por acaso, entrei por Samuel, vi necessidade de retroceder, li o livro de Rute, estou em Números e vejo que preciso reler tudo com outros olhos, outra postura. É também um livro interessantíssimo. Além da leitura, o que estou fazendo? O que peixe faz, nada!
Outra leitura que tem me tomado a atenção é Cem dias entre céu e mar de Amyr Klink, nada de arte, de literatura, mas um relatório ou confissão muito bem realizada, que emociona e serve de exemplo para que analisemos o que temos feito de nossa vida e de nosso mundo. Revejo minha vida e acho minha pequena aventura interessante e bem realizada, não atravessei oceano, não enfrentei grandes ondas, mas lutei durante muito tempo com proveito para difundir nossa cultura, ensinar a viver melhor e tenho por aí, espalhados pelo Brasil, diversos alunos que testemunham e comprovam o que digo. Agora são amigos que me alegram a existência.Entre os livros que ando lendo, esses dois eu recomendo. O terceiro não precisa recomendação nenhuma, a Bíblia, que já li toda há muitos anos. Retomei, por acaso, entrei por Samuel, vi necessidade de retroceder, li o livro de Rute, estou em Números e vejo que preciso reler tudo com outros olhos, outra postura. É também um livro interessantíssimo. Além da leitura, o que estou fazendo? O que peixe faz, nada!
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
CLARA NUNES, ainda clareando!
Domingo, por sorte, pude ver a última apresentação de DEIXA CLAREAR, homenagem de Clara Santhana (linda, graciosa, leveza e beleza no palco) à saudosa Clara Nunes. Foi no Café Pequeno, Rio, lotadinho e todo mundo de boca aberta, maravilhado. Ainda bem que vai voltar no ano que vem, no Teatro das Artes, shopping da Gávea, para quem perdeu dessa vez. Vale a pena! O texto de Márcia Zanellato é poético e lindo como as Claras, e os músicos são ótimos.A direção foi de Isaac Bernat e a direção musical foi o pequeno notável Alfredo Del Penho. Grande Alfredo! Ia me esquecendo de dizer que as apresentações em 2014 ocorrerão nas terças e quartas de Janeiro e Fevereiro, sempre às 19 horas. Eu vou rever, quem vem comigo?
autora- Marcia Zanelatto
Diretor - Isaac Bernat
Diretor musical- Alfredo Del Penho
Reestreamos dia 7 de Janeiro, ficaremos sempre ter e qua de Janeiro e Fevereiro, no Teatro das Artes, shopping da Gávea, as 19h
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Estive um pouco fora do ar, mas vamos voltar à lida. Recebi um casal da Alemanha: Crista e o marido Dieter, gente finíssima. Deu-nos muita alegria, passeamos, comemos muito. Foi um tal de todo mundo cozinhar, mostrar comidas típicas, da Alemanha e do Brasil, um troca troca alucinado. Agora que se foram, vamos fazer um regimezinho elementar. Nova visita, o jovem Felipe com seu projeto de andar 17.000 quilômetros de bike, Projeto Transite, pedalar por todo o Brasil. Deus o proteja. Foi meu aluno no famoso Cursinho Aprove. Escolheu a carreira de aventureiro. É, quem tem limites é município.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
PALAVRAS DE AMOR, ELEGIA, e SEM RUMO, meus últimos poemas.
PALAVRAS DE AMOR
Quantas palavras de amor
Embelezam a sua canção?
Quantas palavras de amor
Moram em seu coração?
Quantas palavras de amor
Tristes definham à míngua!
Quantas palavras de amor
Morrem na ponta da língua!
ELEGIA
− Onde vais
minha mãe?
− Vou ali e
volto logo.
Vou aplicar
uma injeção
numa senhora
doente.
Sai minha
mãe para o escuro
e eu menino
em casa sozinho.
Outra noite,
outra lua,
mas é a
mesma história;
Lá vai minha
mãe para a rua.
− Onde vais
minha mãe?
− Vou ali,
mas volto já.
Só vou pôr
essas flores num anjo.
Eu via sua
sombra passando pela porta.
Lá ia minha
mãe enfeitar uma criança morta.
E eu de cara
na parede chorava em casa sozinho.
Outro
semana, outro mês
E a essa
história continua.
Ajudando os
necessitados,
mamãe
enfrentava a noite nua.
Os filhos de
várias idades
já se fazem
companhia.
Os anos
assim se passaram
sem que nada
se alterasse,
nem mesmo com
a velhice
que próxima
se fazia.
Mas como
sempre acontece na ficção e na vida,
um dia a
coisa muda, a minha mãe mudou.
Não saiu
mais de casa, caiu de cama,
meses depois
piorou.
− Mamãe, não
nos abandone tanto,
Não nos
deixe sozinhos assim!
− Sinto
muito, filhos, é a vida,
que um dia
chega ao fim.
Agora vou
muito longe e não volto nunca mais.
Fiz tudo que
devia, vou ficar em paz.
Por isso não
chorem, mas cantem baixinho
Uma linda
canção para mim.
Por isso,
dali a dois dias, quando de casa partia,
mesmo
chorando, para ela cantamos “Maria, Maria”!
SEM RUMO
Parti de perto do porto,
deixei tudo decidido,
abandono a dona de minha dor
e vou em busca de outra flor,
mas minha nau naufraga
na curva do vento,
pondo fim à lida
e ao meu sofrimento.
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
OFICINA DE TEATRO EM ARRAIAL DO CABO
Laura, Marco André e Pedro Kosovski
Em nome de todos que participaram das oficinas de teatro em Arraial do Cabo, quero agradecer a vocês pelo trabalho que aqui fizeram e dar meus parabéns pela simpatia, empatia, sensibilidade e eficiência com que o realizaram.
Em nome de todos que participaram das oficinas de teatro em Arraial do Cabo, quero agradecer a vocês pelo trabalho que aqui fizeram e dar meus parabéns pela simpatia, empatia, sensibilidade e eficiência com que o realizaram.
domingo, 30 de junho de 2013
CARAMBOLA E SEUS RINS
VOCÊ GOSTA DE CARAMBOLA?
Vejam só que bonitinhas, pois é, mas a dr. Suzimar Rioja, da UERJ, disse-me ontem, quando fomos tomar sol à praia do Vargas, que esse fruta desenxabida tem a propriedade de inibir as funções renais.
Bem que eu tinha uma certa antipatia com essa frutinha. Intuição, sexto sentido.
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