Outra leitura que tem me tomado a atenção é Cem dias entre céu e mar de Amyr Klink, nada de arte, de literatura, mas um relatório ou confissão muito bem realizada, que emociona e serve de exemplo para que analisemos o que temos feito de nossa vida e de nosso mundo. Revejo minha vida e acho minha pequena aventura interessante e bem realizada, não atravessei oceano, não enfrentei grandes ondas, mas lutei durante muito tempo com proveito para difundir nossa cultura, ensinar a viver melhor e tenho por aí, espalhados pelo Brasil, diversos alunos que testemunham e comprovam o que digo. Agora são amigos que me alegram a existência.Entre os livros que ando lendo, esses dois eu recomendo. O terceiro não precisa recomendação nenhuma, a Bíblia, que já li toda há muitos anos. Retomei, por acaso, entrei por Samuel, vi necessidade de retroceder, li o livro de Rute, estou em Números e vejo que preciso reler tudo com outros olhos, outra postura. É também um livro interessantíssimo. Além da leitura, o que estou fazendo? O que peixe faz, nada!
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Fazia muito tempo que eu não conseguia acessar meu blog, mas hoje, por encanto, encontrei um meio de acessar e escrever. Não tenho saído para ver peças ou shows, mas tenho lido bastante. Estou quase terminando a leitura de A Bóia Perdida de Evangelina Barbosa de Moraes. Que encanto de escritora, pura delicadeza! Quando eu pensava que nada mais conseguiria ver de novo, tenho a surpresa de encontrar alguém com tamanha competência e sensibilidade. Para não ficar embriagado demais, leio apenas um conto por dia, mesmo assim, certos dias, preciso voltar e reler alguns deles. Já tenho um livro de contos preparado para publicação, mas depois de ler Evangelina, vou pensar mais se ouso divulgar minhas histórias sem muita arte. O pior é que meu pretensioso Velho Libertino foi publicado há pouco no formato E-book, infelizmente não dá para voltar atrás.
Outra leitura que tem me tomado a atenção é Cem dias entre céu e mar de Amyr Klink, nada de arte, de literatura, mas um relatório ou confissão muito bem realizada, que emociona e serve de exemplo para que analisemos o que temos feito de nossa vida e de nosso mundo. Revejo minha vida e acho minha pequena aventura interessante e bem realizada, não atravessei oceano, não enfrentei grandes ondas, mas lutei durante muito tempo com proveito para difundir nossa cultura, ensinar a viver melhor e tenho por aí, espalhados pelo Brasil, diversos alunos que testemunham e comprovam o que digo. Agora são amigos que me alegram a existência.Entre os livros que ando lendo, esses dois eu recomendo. O terceiro não precisa recomendação nenhuma, a Bíblia, que já li toda há muitos anos. Retomei, por acaso, entrei por Samuel, vi necessidade de retroceder, li o livro de Rute, estou em Números e vejo que preciso reler tudo com outros olhos, outra postura. É também um livro interessantíssimo. Além da leitura, o que estou fazendo? O que peixe faz, nada!
Outra leitura que tem me tomado a atenção é Cem dias entre céu e mar de Amyr Klink, nada de arte, de literatura, mas um relatório ou confissão muito bem realizada, que emociona e serve de exemplo para que analisemos o que temos feito de nossa vida e de nosso mundo. Revejo minha vida e acho minha pequena aventura interessante e bem realizada, não atravessei oceano, não enfrentei grandes ondas, mas lutei durante muito tempo com proveito para difundir nossa cultura, ensinar a viver melhor e tenho por aí, espalhados pelo Brasil, diversos alunos que testemunham e comprovam o que digo. Agora são amigos que me alegram a existência.Entre os livros que ando lendo, esses dois eu recomendo. O terceiro não precisa recomendação nenhuma, a Bíblia, que já li toda há muitos anos. Retomei, por acaso, entrei por Samuel, vi necessidade de retroceder, li o livro de Rute, estou em Números e vejo que preciso reler tudo com outros olhos, outra postura. É também um livro interessantíssimo. Além da leitura, o que estou fazendo? O que peixe faz, nada!
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
CLARA NUNES, ainda clareando!
Domingo, por sorte, pude ver a última apresentação de DEIXA CLAREAR, homenagem de Clara Santhana (linda, graciosa, leveza e beleza no palco) à saudosa Clara Nunes. Foi no Café Pequeno, Rio, lotadinho e todo mundo de boca aberta, maravilhado. Ainda bem que vai voltar no ano que vem, no Teatro das Artes, shopping da Gávea, para quem perdeu dessa vez. Vale a pena! O texto de Márcia Zanellato é poético e lindo como as Claras, e os músicos são ótimos.A direção foi de Isaac Bernat e a direção musical foi o pequeno notável Alfredo Del Penho. Grande Alfredo! Ia me esquecendo de dizer que as apresentações em 2014 ocorrerão nas terças e quartas de Janeiro e Fevereiro, sempre às 19 horas. Eu vou rever, quem vem comigo?
autora- Marcia Zanelatto
Diretor - Isaac Bernat
Diretor musical- Alfredo Del Penho
Reestreamos dia 7 de Janeiro, ficaremos sempre ter e qua de Janeiro e Fevereiro, no Teatro das Artes, shopping da Gávea, as 19h
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Estive um pouco fora do ar, mas vamos voltar à lida. Recebi um casal da Alemanha: Crista e o marido Dieter, gente finíssima. Deu-nos muita alegria, passeamos, comemos muito. Foi um tal de todo mundo cozinhar, mostrar comidas típicas, da Alemanha e do Brasil, um troca troca alucinado. Agora que se foram, vamos fazer um regimezinho elementar. Nova visita, o jovem Felipe com seu projeto de andar 17.000 quilômetros de bike, Projeto Transite, pedalar por todo o Brasil. Deus o proteja. Foi meu aluno no famoso Cursinho Aprove. Escolheu a carreira de aventureiro. É, quem tem limites é município.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
PALAVRAS DE AMOR, ELEGIA, e SEM RUMO, meus últimos poemas.
PALAVRAS DE AMOR
Quantas palavras de amor
Embelezam a sua canção?
Quantas palavras de amor
Moram em seu coração?
Quantas palavras de amor
Tristes definham à míngua!
Quantas palavras de amor
Morrem na ponta da língua!
ELEGIA
− Onde vais
minha mãe?
− Vou ali e
volto logo.
Vou aplicar
uma injeção
numa senhora
doente.
Sai minha
mãe para o escuro
e eu menino
em casa sozinho.
Outra noite,
outra lua,
mas é a
mesma história;
Lá vai minha
mãe para a rua.
− Onde vais
minha mãe?
− Vou ali,
mas volto já.
Só vou pôr
essas flores num anjo.
Eu via sua
sombra passando pela porta.
Lá ia minha
mãe enfeitar uma criança morta.
E eu de cara
na parede chorava em casa sozinho.
Outro
semana, outro mês
E a essa
história continua.
Ajudando os
necessitados,
mamãe
enfrentava a noite nua.
Os filhos de
várias idades
já se fazem
companhia.
Os anos
assim se passaram
sem que nada
se alterasse,
nem mesmo com
a velhice
que próxima
se fazia.
Mas como
sempre acontece na ficção e na vida,
um dia a
coisa muda, a minha mãe mudou.
Não saiu
mais de casa, caiu de cama,
meses depois
piorou.
− Mamãe, não
nos abandone tanto,
Não nos
deixe sozinhos assim!
− Sinto
muito, filhos, é a vida,
que um dia
chega ao fim.
Agora vou
muito longe e não volto nunca mais.
Fiz tudo que
devia, vou ficar em paz.
Por isso não
chorem, mas cantem baixinho
Uma linda
canção para mim.
Por isso,
dali a dois dias, quando de casa partia,
mesmo
chorando, para ela cantamos “Maria, Maria”!
SEM RUMO
Parti de perto do porto,
deixei tudo decidido,
abandono a dona de minha dor
e vou em busca de outra flor,
mas minha nau naufraga
na curva do vento,
pondo fim à lida
e ao meu sofrimento.
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
OFICINA DE TEATRO EM ARRAIAL DO CABO
Laura, Marco André e Pedro Kosovski
Em nome de todos que participaram das oficinas de teatro em Arraial do Cabo, quero agradecer a vocês pelo trabalho que aqui fizeram e dar meus parabéns pela simpatia, empatia, sensibilidade e eficiência com que o realizaram.
Em nome de todos que participaram das oficinas de teatro em Arraial do Cabo, quero agradecer a vocês pelo trabalho que aqui fizeram e dar meus parabéns pela simpatia, empatia, sensibilidade e eficiência com que o realizaram.
domingo, 30 de junho de 2013
CARAMBOLA E SEUS RINS
VOCÊ GOSTA DE CARAMBOLA?
Vejam só que bonitinhas, pois é, mas a dr. Suzimar Rioja, da UERJ, disse-me ontem, quando fomos tomar sol à praia do Vargas, que esse fruta desenxabida tem a propriedade de inibir as funções renais.
Bem que eu tinha uma certa antipatia com essa frutinha. Intuição, sexto sentido.
sábado, 8 de junho de 2013
Araruama e feira de livros
Araruama está fazendo sucesso com a feira de livros, grata surpresa que muito nos alegrou. JÁ fiz minha comprinha e conheci na feira a Mônica Abreu, contadora de histórias. Espero que seja uma nova e promissora amizade. Fui à Biblioteca Municipal e conheci Maria Ângela e Dejanir, duas simpatissíssimas pessoas, que espero sejam minhas amigas também.
É verdade que nossa lagoa é a segunda maior do Brasil?
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