O professor coloca a matéria na lousa para os alunos copiarem. Enquanto vai escrevendo, ouve a seguinte conversa de duas alunas:
- Por que que tem problema e pobrema?
A outra me sai com essa pérola de explicação:
- Pobrema é quando acontece algo em casa, dificuldade, problema é de matemática. Por isso você só escuta isso aqui na escola.
Não é uma maravilha? Eu nunca tinha pensado nisso! Pode parecer piada, mas aconteceu com meu amigo e vizinho, o professor Miguel.
sexta-feira, 14 de março de 2014
segunda-feira, 10 de março de 2014
Ivan Vilela, o violeiro
Gostaria de ter notícias do violeiro Ivan Vilela, amigo de quem sinto muitas saudades. Para ele essa minha humilde homenagem:
MUNDO
DE MIL TONS
(a
Ivan Vilela)
Emana
de Minas uma nova música.
Emana
de Minas, mas de que mina fosse,
seria
sempre doce, seria sempre mágica,
seria
sempre música.
É um
mundo de sonhos, de sinos e de sinas,
de
sinais, sinestesias.
É um
mundo alegre, feliz,
de
lembranças infantis.
Brilham
peixes nos regatos
e no
regaço da emoção.
Brinca
um grupo na esquina
de
onírica memória,
mundo
suave como o vento,
vibrante
como catavento.
É um
mundo de sol, de sal,
multicolorindo
os bailes da vida
de
chocolate e de vidro,
brilhando
no espaço de mil sons,
e no
mistério de Milton.
sexta-feira, 7 de março de 2014
AMYR KLINK
Terminei a leitura de CEM DIAS ENTRE CÉU E MAR com grande sobressaltos de pura emoção. Realmente Amyr sabe contar e transmite ao leitor a emoção que sentiu, levando-o a sentir o mesmo.
Iniciei a leitura do primeiro capítulo com ressalvas e algumas críticas, depois elas foram sumindo, agora nem me lembro mais. Valeu!
Iniciei a leitura do primeiro capítulo com ressalvas e algumas críticas, depois elas foram sumindo, agora nem me lembro mais. Valeu!
segunda-feira, 3 de março de 2014
AMYR KLINK
Não sei se já contei que também estou lendo Cem dias entre céu e mar, já cheguei à página 160. Interessante a concentração de Klink no objetivo e toda a preparação para chegar lá, assim como sua firmeza de propósito, mas o que tem me prendido bastante são suas observações e reflexões. À página 148 encontrei esse pensamento:
"É muito difícil conviver num ambiente tão apertado e é praticamente impossível conciliar hábitos diferentes por tanto tempo, sem declarar conflito armado. Às vezes dava graças a Deus por estar só (no barco) e, num momento difícil, poder decidir com calma e sem pressões. Assim como nas boas horas o lado positivo das pessoas se soma, nas horas negras o lado negativo se multiplica, criando pânico e trazendo perigo maior do que a própria situação. Um segundo tripulante não teria durado muito tempo a bordo."
sábado, 1 de março de 2014
Tatiana Salem Levy
Há meses, um livro gritava da estante, chamava minha atenção, implorava mesmo "pelo amor de Zeus, abra-me pelo menos... olha a minha capa". Hoje atendi, pois precisava inserir novo livro em minha lista de leituras, já que terminara Mais Platão e A bóia perdida, como você já leu aqui. Bem, fiquei sem fôlego e li apenas 3 curtas páginas. Ufa, como tem gente que escreve bem. Não me surpreendeu, ver na capa, que Tatiana com seu A chave de casa recebeu o Prêmio São Paulo de Literatura 2008 e foi finalista do Prêmio Jabuti 2008, dois prêmios sonhados por todos que escrevem. Não recomendo para quem não gosta de Clarice Lispector, há qualidades parecidas. Eu adorei, mas aguarde que ainda estou no embalo inicial.
Estou dizendo isso porque me lembrei de um grande amigo, grande professor, que apesar de tudo que a crítica já disse, não admite que o texto de Clarice seja belo. Diz ele que "é coisa de mulher e eu sou machista demais para entender". Ainda bem que ele admite qual é o problema.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
FILOSOFIA PRÁTICA
Terminei a leitura da obra acima e considero uma leitura interessante para estudantes de filosofia e psicologia ou, como eu, curiosos por tais assuntos. Também deve ser de grande utilidade para quem já está há muito tempo deitado em divãs de psicanalistas. Pode ser que Lou Maninoff aponte caminhos para você em seu Mais Platão, menos Prozac.
Não deixe de ler a relação de filósofos do Apêndice A e "Consultando o I Ching" do Apêndice E,
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Evangelina Barbosa de Moraes
Com grande alegria terminei a leitura de A bóia perdida de Evangelina Barbosa de Moraes. Não consegui ler apenas um, como já disse que vinha fazendo todo dia, mas embalei na emoção e li os dois últimos contos: "Celeste", que vai me levar a pesquisar uma tal de A Casa dos Sorrisos; e "Entre o céu e a terra", título que gera intertextualidade com o dramaturgo inglês.
Esse último conto divertiu-me bastante e fez com que eu relesse famoso conto de Machado de Assis. Obrigado, Evangelina, por tão saborosa leitura. Obrigado também aos editores da Bom Texto, por ter ousado publicar em épocas tão difíceis, já que boa parte de nossos leitores se sentem atraídos por inutilidades importadas.
Esse último conto divertiu-me bastante e fez com que eu relesse famoso conto de Machado de Assis. Obrigado, Evangelina, por tão saborosa leitura. Obrigado também aos editores da Bom Texto, por ter ousado publicar em épocas tão difíceis, já que boa parte de nossos leitores se sentem atraídos por inutilidades importadas.
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