quarta-feira, 24 de maio de 2017

MENINA PRODÍGIO

Ela me elogia, mas quem merece os maiores elogios é essa criança prodígio, veja o vídeo que ela fez para divulgar meu trabalho. Ela mesmo filma: DIVULGANDO OS LUSÍADAS PARA TEATRO

quarta-feira, 17 de maio de 2017

sábado, 29 de abril de 2017

SAIU MEU NOVO LIVRO DA FUVEST PRA 2018

Divulguem para professores e estudantes do ensino médio:

clique aqui

https://agbook.com.br/book/211452--NOVO_LIVRO_DA_FUVEST

sexta-feira, 7 de abril de 2017

ELA É UMA CADELA SEM VERGONHA



SÓ PENSO NELA

Todo dia, com ardor,
Ela exige prova de amor.
Todo semana, que sacana!
Ela foge e vai dançar.
Todo mês, que tormento!
Ela vem pegar meu pagamento.
Todo ano fico com a barba de molho;
Porque ela me dá mais um pimpolho.
Toda hora, pendurado na janela,
Eu só penso nela,
Mesmo sabendo que é uma cadela.
Pode sair, voar como perdiz,
Só sua volta me faz feliz.
Creio que assim fico
De tanto ouvir as canções do Chico. (2 de abril de 2017)

quinta-feira, 30 de março de 2017

CANTIGA DE AMIGO MODERNA




ENFIM CASADA


Você despontou naquela esquina,
Senti no coração uma pontada,
De repente voltei a ser menina:
Deslumbrada, enamorada, apaixonada.

Você me pediu uma informação
E eu gaguejando, que coisa horrível,
confessei com sincera emoção
que estava sozinha, disponível.

Você mudou na hora seu caminho,
Abraçou-me pra cruzar a avenida.
Só isso para mim já foi carinho
E me senti apaixonada e protegida.

As nossas mãos se prenderam em nós, 
Tínhamos à frente nova vida.
Eu não mais me sentia a sós,
Agora era amada e protegida.

Agora nós dois somos apenas um
E nossa existência um conto de fada,
E não vejo à frente problema nenhum
Porque além de querida, estou casada. (Geraldo Chacon, inédito, 25/03/2017)

* Obrigada Luciana Teixeira e minha amiga Sol, pela visita e amável comentário.

domingo, 19 de março de 2017

SOLITÁRIA, SOLTEIRA, SOZINHA



SOLITÁRIA

Pensei que vivo sem eira nem beira
agora mesmo, triste, na cozinha,
sem ter para encostar uma eira:
solteira, solitária, sozinha.

Melhor seria cantar uma ária,
ou levar uma vida de rainha,
do que levar essa vida mesquinha:
sozinha, solteira, solitária.

Qualquer pescadora de ribeira
leva vida melhor do que a minha,
em vez de flor, uma erva daninha:
sozinha, solitária, solteira.

* Na Idade Média, como as mulheres em geral não escreviam, eram os homens nobres, trovadores, que compunham assumindo o eu lírico feminino. Esses poemas receberam a designação de CANTIGAS DE AMIGO. O rei de Portugal, Dom Dinis, fez muitas cantigas de amigo. Fazia muito tempo que eu não compunha uma cantiga de amigo, mas ontem, pela madrugada, veio essa inspiração num momento de insônia. Achei simples e interessante e logo veio outra, como que continuação desta, com a mesma personagem. Semana que vem, depois de revisar, vou colocar aqui. Aguarde! Geraldo Chacon

quinta-feira, 2 de março de 2017

MAIS INFORMAÇÕES SOBRE MINHA PEÇA

Se puder, quando puder, se quiser, leia no meu outro blog mais informações sobre minha encenação do monólogo POR MARES NUNCA DANTES NAVEGADOS; adaptação que estou fazendo de: OS LUSÍADAS